LEFFEST’14: O Cinema e Matemática com presença de Cédric Villani

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O LEFFEST este ano inaugura uma secção inovadora onde propõe explorar a relação do cinema com a matemática. Se o cinema consegue derrubar barreiras e  preconceitos, ser um unificador de pessoas e criar empatia onde antes havia um vácuo, será que pode desdramatizar e potenciar o gosto por uma disciplina mal amada? O pequeno ciclo, que terá como peça de destaque o filme Comment j’ai detesté les maths, de Olivier Peyron, incluirá ainda curtas-metragens de Chris Marker e Jean-Michel Alberola.

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Comment j’ai detesté les maths, relembra-nos que a Matemática ocupa um lugar importante na sociedade. Algumas das grandes empresas não são mais do que algoritmos e fórmulas matemáticas. Neste documentário, é feita uma viagem à volta do mundo com grandes matemáticos, entre os quais Cédric Villani.

O festival receberá a presença do matemático francês Cédric Villani, que no ano 2010 recebeu a Medalha Fields, muitas vezes descrita como o “Nobel da Matemática”. Aos 41 anos é professor da Universidade de Lyon e director do Instituto Henri Poincaré, uma instituição com cerca de 80 anos que representa um dos pólos centrais dos estudos de matemática em França e conta com inúmeros matemáticos convidados. O historial do seu trabalho científico passa, entre outros momentos, por uma tese sobre a teoria matemática da equação de Boltzmann (em 1998). Os seus principais domínios de investigação são a teoria cinética (as equações de Boltzmann e Vlasov e suas variantes) e o transporte óptimo e suas aplicações. Pelo seu trabalho surgem ainda como temas de interesse as equações de evolução, mecânica dos fluidos, mecânica estatística, teoria das probabilidades, geometria riemanniana e as desigualdades funcionais de conteúdo geométrico.

Serão ainda exibidas as curta metragens La Main de Cédric Villani (la conjecture de Cercignani) de Jean-Michel Alberola  e Théorie des Ensembles de Chris Marker. Théorie des Ensembles é uma curta-metragem experimental em que a Teoria dos Conjuntos é apresentada como se de um conto se tratasse. Sempre que algo é dito, é também inserido numa sequência lógica que o ilustra. Imagem e texto alternam no ecrã, em analogia com os animais da arca de Noé.

Esta sessão tem início às 18h00, no Espaço Nimas e conta ainda com a presença de Jean-Michel Alberola.

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