Entre a intimidade e a alta costura de «Yves Saint Laurent»

Yves Saint Laurent

Yves Saint Laurent

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O casting e o desempenho dos actores, especialmente o de Pierre Niney, cujos maneirismos e expressão corporal captam bem a alma tão talentosa quanto insegurança de Yves, mas também o do Guillaume Gallienne, enquanto metade que completa e equilibra o estilista, tanto na esfera pessoal como no sucesso profissional. A banda sonora, maioritariamente em tons de jazz que inspiram uma França moderna e elegante, pelo menos no circuito da moda e dos seus eventos. A mise-en-scène apostada em realçar um modo de vida rodeado de beleza, desde os ateliers às ruas da cidade de Paris. Um filme cândido, liberto de moralismos e tabus, que dá a conhecer o génio mas também a faceta mais íntima de um dos criadores mais influentes de sempre da alta-costura.
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A inconsequência dos avanços e recuos na narrativa, tanto em termos históricos como dramáticos,bem como da alternância de narrador. A ausência de picos emocionais, razão pela qual é incapaz de envolver o espectador (mais dificilmente quem tenha pouco interesse no mundo da moda ou na figura de Yves Saint Laurent), fazendo com que os seus 106 minutos de duração se afigurem bastante dilatados. 

 Classificação (0-10): 7

 

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