10 filmes essenciais do Queer Lisboa 18

Queer Lisboa 18

A edição que assinala os 18 anos do mais antigo festival de cinema de Lisboa: Queer Lisboa 18, Festival Internacional de Cinema Queer,  começa hoje e promete oito dias de cinema irreverente, inteligente e pronto para denunciar tudo o que ainda há por fazer pelos direitos humanos. Aqui fica a nossa selecção dos dez filmes a não perder nesta edição!

1. Hoje Eu Quero Voltar Sozinho

1. Hoje Eu Quero Voltar Sozinho, de Daniel Ribeiro

Hoje Eu Quero Voltar Sozinho conta-nos a história de Leonardo, um adolescente cego que lida com uma mãe superprotectora e tenta conquistar maior independência, e que vê a sua rotina alterada quando um novo aluno chega à sua sala de aula. Hoje Eu Quero Voltar Sozinho foi recentemente selecionado como candidato brasileiro ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.

19 Set. às 21h00
Cinema São Jorge, Sala Manoel de Oliveira

20 Set. às 15h00
Cinema São Jorge, Sala Manoel de Oliveira

polyester_poster_04
2. Polyester, de John Waters

Esta edição propõe uma retrospectiva da primeira fase da obra de John Waters – que serviu de inspiração ao mote “18 Years of Filth”, uma justa homenagem a um dos nomes maiores que contribuiu para definir o Cinema Queer. O clássico de WatersPolyester (1981), poderá ser visto e cheirado com os famosos cartões Odorama, tendo desta forma a experiência completa proposta por este irreverente realizador.

20 Set. às 21h30
Cinemateca Portuguesa, Sala Dr. Félix Ribeiro 

26 Set. às 19h00
Cinemateca Portuguesa, Sala Dr. Félix Ribeiro 

2._xenia

3. Xenia, de Panos H. Koutras

Estreado na secção Un Certain Regard em Cannes, Xenia (Grécia), de Panos H. Koutras, conta a história de dois irmãos, imigrantes ilegais na Grécia actual, onde procuram um pai há muito perdido.

20 Set. às 22h00
Cinema São Jorge, Sala Manoel de Oliveira

1. Party Girl

4. Party Girl, de Marie Amachoukeli

Este filme francês conta com Claire Burger e Samuel Theis nos principais papeis. Party Girl foi galardoado com o Ensemble Prize e o Caméra d’or, e conta-nos a história de uma empregada de bar de 60 anos, Angélique, que refaz a sua vida de forma surpreendente, num registo que joga com os limites entre ficção e documentário.

21 Set. às 22h00
Cinema São Jorge, Sala Manoel de Oliveira

call me kuchu

5. Call me Kuchu, de  Malika Wright

Documentário passado no Uganda, onde uma nova proposta ameaça tornar a homossexualidade punível por lei. David Kato, o primeiro ugandês assumidamente gay, e o reformado bispo Anglicano Christopher Senyonjo trabalham contra o relógio para acabar com a homofobia perpetrada pelo Estado enquanto combatem a perseguição atroz do dia-a-dia. Mas ninguém está preparado para o brutal homicídio que abana o movimento na sua estrutura base, e envia ondas de choque pelo mundo inteiro.

22 Set. às 15h30
Cinemateca Portuguesa, Sala Dr. Félix Ribeiro

Matterhorn_review-ext2

6. Matterhorn, de Diederik Ebbinge

Filme trágico-cómico que mostra a solidão de um viúvo que fica sem a companhia da sua esposa, mas com a visita de uma estranha tudo pode mudar… Vencedor do prémio do público no Festival Internacional de Cinema de Roterdão, em 2013.

22 Set. às 17h15
Cinema São Jorge, Sala Manoel de Oliveira

1._stand

7. Stand, de Jonathan Taieb

Um título que promete ser uma das surpresas desta edição, ao propor um corajoso olhar à homofobia na Rússia. O realizador estará presente em Lisboa para apresentar o filme.

24 Set. às 22h00
Cinema São Jorge, Sala Manoel de Oliveira

appropriate

8. Appropriate Behavior, de Desiree Akhavan

Shirin esforça-se para ser a filha ideal persa, uma bissexual politicamente correcta e jovem hip de Brooklyn. Mas ela não é persa o suficiente, não é gay o suficiente, não é suficientemente nada ao certo. Ela falha na tentativa de todas as identidades, e não ter um cliché a que se possa agarrar torna-se uma experiencia solitária.

24 Set. às 19h30
Cinema São Jorge, Sala Manoel de Oliveira

25 Set. às 17h15
Cinema São Jorge, Sala Manoel de Oliveira

2._something-must-break
9. Something Must Break, de Ester Martin Bergsmark

Something Must Break chega-nos da Suécia e foi vencedor do Hivos Tiger Award este ano em Roterdão. O filme narra a história de amor entre dois rapazes: um, o andrógeno Sebastian e o outro, Andreas, que não é gay. Eles formam uma unidade. São eles contra a polida sociedade-Ikea Sueca. Sonham em fugir do aborrecimento e do risco de se tornarem o que todos os outros são.

25 Set. às 22h00
Cinema São Jorge, Sala Manoel de Oliveira

26 Set. às 15h00
Cinema São Jorge, Sala Manoel de Oliveira

1. Flores Raras

10. Flores Raras , de Bruno Barreto

Flores Raras é um íntimo retrato sobre a procura de inspiração, onde e como quer que seja que se encontre. A frustrada poetisa Elizabeth Bishop viaja para o Brasil e conhece a sedutora arquitecta Lota de Macedo Soares. Inicialmente hostis, constroem uma complicada mas contudo duradora relação amorosa que altera dramaticamente a relação de Bishop com o mundo à sua volta. Com uma magnífica interpretação das actrizes principais, Miranda Otto e Gloria Pires.

27 Set. às 21h00
Cinema São Jorge, Sala Manoel de Oliveira

Anúncios

Comentários

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s